Vacina Herpes-Zóster
A vacina herpes-zóster previne o cobreiro, reativação do vírus da catapora que causa erupções dolorosas e pode deixar uma dor crônica debilitante (neuralgia pós-herpética). O risco aumenta com a idade e com a queda da imunidade.
A Herpes-Zóster é aplicada na Clínica La Vida, no Ipiranga, em São Paulo, SP — atendimento com hora marcada. Para empresas, a aplicação é feita no próprio local de trabalho, em São Paulo, Grande São Paulo e ABC.
Quem deve tomar
Recomendada para adultos a partir dos 50 anos e para pessoas imunossuprimidas a partir dos 18, mesmo quem já teve um episódio de zóster.
Esquema de doses
Duas doses com intervalo de 2 meses na vacina recombinante.
Doenças prevenidas
A catapora que ficou
O herpes-zóster não é uma doença nova que a pessoa pega. É a catapora da infância voltando. Depois que o quadro inicial passa, o vírus varicela-zóster não vai embora do corpo — ele se aloja em gânglios nervosos e fica ali, contido pelo sistema imune, às vezes por décadas.
Quando essa contenção afrouxa, o vírus reativa e percorre o nervo até a pele. Daí a característica mais reconhecível do zóster: as lesões seguem o trajeto de um nervo, aparecendo em faixa, quase sempre de um lado só do corpo.
Ou seja, quem teve catapora carrega o vírus. E isso é praticamente todo mundo que cresceu antes da vacinação de rotina.
Por que aparece justamente na idade produtiva mais alta
A imunidade que segura o vírus enfraquece com a idade — um processo gradual que começa bem antes da aposentadoria. Por isso a recomendação da vacina se concentra a partir dos 50 anos, faixa que em muitas empresas concentra justamente quem tem mais tempo de casa e mais conhecimento acumulado.
Imunossupressão, por doença ou tratamento, também favorece a reativação, em qualquer idade.
A dor que continua depois que a pele sara
A complicação mais temida do zóster não é a erupção, é o que pode vir depois dela: a neuralgia pós-herpética, uma dor que persiste na região afetada mesmo com a pele já curada. Ela pode durar meses.
Do ponto de vista de trabalho, é o que transforma um episódio agudo num problema arrastado. Dor crônica interfere em sono, concentração e tolerância a jornada — e não é o tipo de coisa que se resolve com alguns dias de atestado.
Perguntas frequentes
Quem já teve cobreiro pode tomar a vacina? +
Sim. A vacina é recomendada mesmo para quem já teve um episódio, pois a doença pode voltar.
Quer tomar a Herpes-Zóster?
Fale com a equipe da Clínica La Vida em São Paulo e agende sua aplicação com segurança.